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FESTA DE FIM DE ANO LETIVO

Ontem, dia 5 de junho, entre as 10:00 e as 12:30h, no Cine-Teatro António Pinheiro, decorreu a FESTA DE FIM DE ANO LETIVO, organizada pelo professor Luís Gonçalves, com a colaboração dos professores José Couto e Marta Rijo, entre outros.
Houve música, dança, atribuição de prémio pela Biblioteca Escolar,  teatro e mostra de vídeos, todos com a intervenção dos nossos alunos do 10º, 11º e 12º ano.

Dia do Inglês

ACTIVIDADES DO DIA DO INGLÊS      

 23 de maio 2013





Hora
Actividade
8.20

Concurso de língua inglesa (realizado em sala de aula) *

10.25

Visualização do filme  “ Shakespeare in Love” (auditório)

Declamação de poemas

13.00

                      Almoço inglês na cantina

14.15

Visualização do filme  “ Shakespeare in Love” (auditório)

Declamação de poemas
19.00
Visualização do filme  “ Shakespeare in Love” (auditório)



  •         Exposição de trabalhos em Powerpoint realizados na aula
  •         Karaoke nos intervalos


         * O concurso de língua inglesa em sala de aula pode ser efectuado em dia e hora  diferente do calendário de acordo com o horário das turmas


Algumas fotos de trabalhos do 11º E - Professora Paula Barata:



Peça de Teatro para a comemoração do Dia da Europa

O Clube de Teatro da Escola Secundária Dr. Jorge Correia comemorou o Dia da Europa, no passado dia 9 de maio, com uma peça alusiva a figuras típicas de vários países europeus. Parabéns à encenação pelo professor Luís Gonçalves.








Dia da Europa, 2013 - Vídeo «O fracasso da União Europeia» (11º B)

O fracasso da União Europeia, 11º B

Dia da Europa, 2013 - uma perspetiva crítica

Com a colaboração de muitos realizou-se, hoje, dia 9 de maio, a comemoração do Dia da Europa ( Dia de Schuman) em duas sessões que decorreram no Auditório da nossa escola (10:25 - 11:15h; 11.25-12:15h).
Do programa de cada uma das sessões constou:

  • «Uma Perspetiva Histórica da construção da União Europeia», apresentada pelo professor José Couto; 
  • Vídeo «O fracasso da União Europeia»  pelo 11º B, sob orientação da professora Carmen Castro, tendo a Diana Massano alertado para a necessidade de acabar com os apenas "indignados de sofá" e o João Viegas lembrado os objetivos gerais da União Europeia;
  • «Os países da União Europeia», apresentado pelo 12º TDIE e orientação da professora Marta Rijo;
  • Letra e canção «Na Bela Europa», pelo professor Reinaldo Barros;
  • Peça de teatro «Como os europeus se veem uns aos outros», pelo Grupo de Teatro da escola encenado pelo professor Luís Gonçalves.



O organizador do evento, professor Luís Gonçalves,  agradece ainda a colaboração da Direção da nossa escola, dos professores Anna Caruso, Conceição Santos e Paula Viegas, a assistente operacional D. Nita e os alunos Cláudio Baptista (11º TCM1) e Iolita Kovatchki ( 12º C2).

Ana Cristina Matias 
(professora bibliotecária)

Dia da Espiga, das origens à simbologia do ramo

Se não pode manter a tradição indo apanhar as flores para o ramo do Dia da Espiga, fique a saber as origens e a evolução desta tradição, num trabalho realizado pela professora Maria João Gouveia


Dia da Mulher 2013

A igualdade de género ainda não é uma realidade no nosso mundo.
Veja e confirme

Día de los enamorados





El día 14 de febrero se celebró el día de los enamorados. Para comemorar este día, los alumnos de Turismo (10.º TTUR), clase de español, hicieron unas postales. Si quieres verlas solo tienes que ir a la Biblioteca de nuestra escuela.


 Carmen Pedroso
(professora de Espanhol)

Nos meandros do amor (e-book)

O amor estimula a escrita poética, como o comprova a compilação de textos do 10ºA1 e 10ºC1 que junto anexamos AQUI

Dia de São Valentim: Nos meandros do amor


O dia de São Valentim e a celebração do amor foi comemorado na nossa escola em articulação com os curricula. 


Enquanto o 12º TDIE, orientado pela professora Maria João Gouveia, concebeu um marcador alusivo ao tema e com o slogan criado por um dos alunos da turma :"A medida do amor é amar sem medida", os alunos do 10º A1 aperfeiçoaram as suas cartas de amor e declarações de amor, no âmbito da disciplina de Português, professora Ana Cristina Matias, e enviaram-nas para figurar num painel na biblioteca. Rúben Sousa, 10º C1, um assíduo frequentador da nossa biblioteca, decidiu juntar-se à comemoração e redigiu um texto bem poético "Ao Amor".  Por fim, a professora Margarida Diniz deu o seu contributo construindo, em relevo, um coração do Cupido  que foi colocado na nossa mesa de destaques.
Muito se consegue com a colaboração de todos!


Dia de Reis


A 6 de Janeiro comemora-se o Dia de Reis, data comemorativa também assinalada na Biblioteca com elementos alusivos a este dia.
Na sequência de manter viva as tradições algarvias, selecionámos de uma obra do nosso espólio, Algarve - tradições musicais - II, o seguinte cantar:



Três reis magos ( 1915), por Henry Siddons Mowbray









Algarve: tradições musiciais - II. Rui Jerónimo e J. Cunha Duarte (coord.). Faro: Grupo Musical de Santa Maria. Casa da Cultura António Bentes, 1996

Receita de Ano Novo


Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro, deixou-nos bons conselhos para um novo ano.
Leiam o poema anexo e vejam lá se não concordam::

Receita de Ano Novo 

Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, 
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
 (mal vivido talvez ou sem sentido) 
para você ganhar um ano 
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
 mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo 
até no coração das coisas menos percebidas
 (a começar pelo seu interior)
 novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, 
mas com ele se come, se passeia, 
se ama, se compreende, se trabalha,
 você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
 não precisa expedir nem receber mensagens
 (planta recebe mensagens? 
passa telegramas?) 
Não precisa
 fazer lista de boas intenções 
para arquivá-las na gaveta.
 Não precisa chorar arrependido
 pelas besteiras consumidas 
nem parvamente acreditar 
que por decreto de esperança
 a partir de janeiro as coisas mudem
 e seja tudo claridade, recompensa,
 justiça entre os homens e as nações,
 liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, 
direitos respeitados, começando
 pelo direito augusto de viver.
 Para ganhar um Ano Novo 
que mereça este nome, 
você, meu caro, tem de merecê-lo,
 tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
 mas tente, experimente, consciente. 
É dentro de você que o Ano Novo 
cochila e espera desde sempre.

In Discurso da Primavera e algumas Sombras, Carlos Drummond de Andrade

O mês da BE e a "Espiral do conhecimento"




O mês internacional da Biblioteca Escolar, outubro, foi celebrado com diversas atividades. 

Entre elas, damos destaque à exposição com ilustrações de Quint Buchholz, comentários de alunos do 10º A1 ao lema do mês:«Bibliotecas Escolares : uma chave para o passado, presente e futuro» e a «Espiral do conhecimento», instalação com livros concebida pelos alunos do 12º E (Artes).

Dia da Biblioteca Escolar - Brochura publicitária

No dia 22 de outubro, comemorámos o Dia da Biblioteca escolar com duas sessões de formação na biblioteca e com a distribuição de uma brochura  pelos nossos utentes. A mesma tem por finalidade divulgar o espaço pedagógico Biblioteca e o seu catálogo online.


DIA INTERNACIONAL DO PROFESSOR - Os professores, por José Luís Peixoto

Um ataque contra os professores é sempre um ataque contra nós próprios
 José Luís Peixoto

Um ataque contra os professores é sempre um ataque contra nós próprios, contra o nosso futuro. Resistindo, os professores, pela sua prática, são os guardiões da esperança.




O mundo não nasceu connosco. Essa ligeira ilusão é mais um sinal da imperfeição que nos cobre os sentidos. Chegámos num dia que não recordamos, mas que celebramos anualmente; depois, pouco a pouco, a neblina foi-se desfazendo nos objectos até que, por fim, conseguimos reconhecer-nos ao espelho. Nessa idade, não sabíamos o suficiente para percebermos que não sabíamos nada. Foi então que chegaram os professores. Traziam todo o conhecimento do mundo que nos antecedeu. Lançaram-se na tarefa de nos actualizar com o presente da nossa espécie e da nossa civilização. Essa tarefa, sabemo-lo hoje, é infinita.

O material que é trabalhado pelos professores não pode ser quantificado. Não há números ou casas decimais com suficiente precisão para medi-lo. A falta de quantificação não é culpa dos assuntos inquantificáveis, é culpa do nosso desejo de quantificar tudo. Os professores não vendem o material que trabalham, oferecem-no. Nós, com o tempo, com os anos, com a distância entre nós e nós, somos levados a acreditar que aquilo que os professores nos deram nos pertenceu desde sempre. Mais do que acharmos que esse material é nosso, achamos que nós próprios somos esse material. Por ironia ou capricho, é nesse momento que o trabalho dos professores se efectiva. O trabalho dos professores é a generosidade.

Basta um esforço mínimo da memória, basta um plim pequenino de gratidão para nos apercebermos do quanto devemos aos professores. Devemos-lhes muito daquilo que somos, devemos-lhes muito de tudo. Há algo de definitivo e eterno nessa missão, nesse verbo que é transmitido de geração em geração, ensinado. Com as suas pastas de professores, os seus blazers, os seus Ford Fiesta com cadeirinha para os filhos no banco de trás, os professores de hoje são iguais de ontem. O acto que praticam é igual ao que foi exercido por outros professores, com outros penteados, que existiram há séculos ou há décadas. O conhecimento que enche as páginas dos manuais aumentou e mudou, mas a essência daquilo que os professores fazem mantém-se. Essência, essa palavra que os professores recordam ciclicamente, essa mesma palavra que tendemos a esquecer.

Um ataque contra os professores é sempre um ataque contra nós próprios, contra o nosso futuro. Resistindo, os professores, pela sua prática, são os guardiões da esperança. Vemo-los a dar forma e sentido à esperança de crianças e de jovens, aceitamos essa evidência, mas falhamos perceber que são também eles que mantêm viva a esperança de que todos necessitamos para existir, para respirar, para estarmos vivos. Ai da sociedade que perdeu a esperança. Quem não tem esperança não está vivo. Mesmo que ainda respire, já morreu.

Envergonhem-se aqueles que dizem ter perdido a esperança. Envergonhem-se aqueles que dizem que não vale a pena lutar. Quando as dificuldades são maiores é quando o esforço para ultrapassá-las deve ser mais intenso. Sabemos que estamos aqui, o sangue atravessa-nos o corpo. Nascemos num dia em que quase nos pareceu ter nascido o mundo inteiro. Temos a graça de uma voz, podemos usá-la para exprimir todo o entendimento do que significa estar aqui, nesta posição. Em anos de aulas teóricas, aulas práticas, no laboratório, no ginásio, em visitas de estudo, sumários escritos no quadro no início da aula, os professores ensinaram-nos que existe vida para lá das certezas rígidas, opacas, que nos queiram apresentar. Se desligarmos a televisão por um instante, chegaremos facilmente à conclusão que, como nas aulas de matemática ou de filosofia, não há problemas que disponham de uma única solução. Da mesma maneira, não há fatalidades que não possam ser questionadas. É ao fazê-lo que se pensa e se encontra soluções.

Recusar a educação é recusar o desenvolvimento.

Se nos conseguirem convencer a desistir de deixar um mundo melhor do que aquele que encontrámos, o erro não será tanto daqueles que forem capazes de nos roubar uma aspiração tão fundamental, o erro primeiro será nosso por termos deixado que nos roubem a capacidade de sonhar, a ambição, metade da humanidade que recebemos dos nossos pais e dos nossos avós. Mas espero que não, acredito que não, não esquecemos a lição que aprendemos e que continuamos a aprender todos os dias com os professores. Tenho esperança.

Artigo de José Luís Peixoto, publicado na revista Visão de 13 de Outubro de 2011

Outubro : mês das bibliotecas escolares

Outubro é o mês das bibliotecas escolares e , por isso, hoje lançamos o cartaz concebido por uma das professoras da equipa da biblioteca, Zélia Paixão:

Dia de Portugal e a herança portuguesa legada ao mundo

Para comemorar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Lusíadas, convidamos os nossos visitantes a desfrutarem do vídeo em anexo, uma homenagem à herança legada ao mundo pelo império português.