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Foi quase, quase: Raquel Silva (12.º C1) conquista 2º lugar na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura


Foi por pouco que a Raquel Silva ( 12º C1) não foi a vencedora do Concurso Nacional de Leitura, fase distrital, realizado este ano em São Brás de Alportel. Conquistou um honroso segundo lugar, pelo que merece os nossos parabéns.
Vasco Martins (10.º C1), o nosso outro concorrente, não temeu os seus adversários e empenhou-se na prova escrita. Certamente, dará que falar numa próxima edição.

Fotos do Concurso Nacional de Leitura, fase distrital, AQUI

Município de São Brás de Alportel é anfitrião do Concurso Nacional de Leitura e os nossos concorrentes são a Raquel Silva ( 12.º C1) e o Vasco Martins (10.º A1)

Citamos a nota de imprensa:

"O município de São Brás de Alportel acolhe no próximo dia 13, quarta-feira, a 2.ª fase distrital do Concurso Nacional de Leitura, uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura – em articulação com a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, com a Rede das Bibliotecas Escolares e ainda, a nível distrital, com a Biblioteca Municipal Dr. Francisco do Estanco Louro, de São Brás de Alportel.
O Concurso Nacional de Leitura é composto por 3 fases diferentes: a 1ª fase de eliminatórias realizada nas escolas, a 2ª fase de Finais Distritais, a realizar em São Brás de Alportel, na edição deste ano; e uma 3ª fase a Final Nacional, onde se definem os vencedores desta 7ª edição do concurso.
A 2ª fase do Concurso – Finais Distritais, a ter lugar no Cineteatro São Brás, na próxima quarta-feira, dia 13, entre as 13h00 e as 17h15, destina-se a todos os concorrentes apurados da primeira fase, com o objetivo de selecionar um vencedor por cada categoria: 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, que irá competir na grande Final nacional.
Esta semifinal regional integra cerca de 130 jovens do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, provenientes de 40 escolas da região do Algarve que irão competir em 2 provas escritas:  à porta fechada e em desafio oral aberto ao público.
Os participantes do 3º ciclo do ensino básico têm como desafio as leituras de Maria Teresa Maia Gonzalez “A Sara mudou de visual” e de Ondjaki “ A bicicleta que tinha bigodes”, enquanto os estudantes do ensino secundário têm pela frente as leituras de Mário de Carvalho “A inaudita guerra da Avenida Gago Coutinho” e “A viagem do elefante”, de José Saramago, pelas 15h30 e 16h30.
O momento de animação musical, pelas 17h00, antecede o anúncio dos vencedores e respetiva entrega de prémios, pelas 17h15.
Esta 7.ª edição do Concurso Nacional de Leitura visa “estimular o treino da leitura e desenvolver competências de expressão escrita e oral junto dos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário. “




E acrescentamos o nosso apoio incondicional ao alunos  da nossa escola apurados para a fase distrital do CNL: Raquel Silva (12º C1) e Vasco Martins (10º A1).


Sugestão de leitura: REGIÃO SUL

A nossa sugestão de leitura:
REGIÃO SUL - jornal on-line da região do Algarve
Edição n.º 857 de 23 de janeiro de 2013 AQUI

Estudos internacionais atestam evolução no desempenho escolar




O desempenho de alunos portugueses em Leitura, Matemática e Ciências acusa evolução significativa, segundo resultados do TIMSS  (Trends in International Mathematics and Science Study) e do PIRLS (Progress in International Reading Literacy Study). 
Saiba  mais AQUI.

Concurso Nacional de Leitura - eliminatórias de escola

Terça-feira, dia 8 de janeiro, decorre na biblioteca, pelas 14: 015, a prova escrita da fase de escola do Concurso Nacional de Leitura.

Testemunhos 2 - Serafinstórias

A sessão de contos dinamizada por Serafim, contador de histórias, foi um sucesso. Eis um segundo conjunto de testemunhos de alunos, agora. da professora Ana Alves:
Testemunhos SERAFINSTORIAS

Testemunhos de alunos - «Bons Ofícios» de Afonso Dias



A 23 de Abril, Afonso Dias dinamizou duas sessões de poesia na nossa escola, por iniciativa conjunta da DREALG e da nossa biblioteca, como já noticiaramos.


De entre o conjunto de breves depoimentos  de alunos que assistiram às sessões, selecionámos três. Todos do 10º E e alunos da professora de Português, Ana Alves.


Testemunhos Sessão de Afonso Dias

Testemunhos sobre SERAFINSTÓRIAS - os contos e os livros



Jorge Serafim, o contador de histórias, esteve na nossa escola no dia 27 de Abril, por patrocínio da DREALG, e organização da nossa Biblioteca.

Fruto de uma reflexão posterior, durante uma aula de Português, os alunos da professora Maria Antonieta Couto redigiram uma breve apreciação crítica da atividade a que assistiram, tendo as mais significativas sido transcritas para o documento que abaixo inserimos:


Testemunhos Serafinstórias 10º A1

VIII Bibliopaper das Letras



          Estão abertas as inscrições para o VIII Bibliopaper das Letras. Inscreve-te até ao dia 24 de fevereiro. Para tal, envia um e-mail para mariacouto@estavira.com. Basta indicares o teu nome, ano e turma e manifestares o teu interesse em participar.

          A primeira prova é constituída por questões de conhecimentos gramaticais e literários.
          Tens uma semana para a realizares e podes socorrer-te de todos os meios de consulta.
        Entrega, até ao dia 2 de março, a resolução das questões à professora Maria Antonieta Couto ou deixa-a na Biblioteca.

        Há prémios para os três melhores classificados da prova final, a realizar na última semana do segundo período.
          Para mais informações, consulta o regulamento.

Palestra: Mia Couto, uma perspectiva africana na literatura em língua portuguesa

Não é em nenhuma biblioteca do nosso concelho, porém merece a deslocação a concelhos limítrofes para ouvir falar sobre a obra de Mia Couto.  A oradora é Manuela Salvador Cunha.

Reflexão filosófica sobre o livro "A Peste", de Albert Camus


Reflexão filosófica sobre o livro
A Peste, de Albert Camus


Em Orão, como no resto do mundo


por falta de tempo ou reflexão, somos obrigados a amar sem saber.



O romance, A Peste, escrito por Albert Camus conta-nos como a Peste Negra influenciou a vida dos habitantes na agitada cidade de Orão. A vida nesta cidade era, até ao momento em que algo de repelente aconteceu, muito pacífica, vivendo os cidadãos para trabalhar e formar família apenas porque se sentiam obrigados a isso e não porque o amor ou uma grande paixão os levasse a tal.

Esta era uma cidade muito cinzenta e demasiado industrial, segundo o autor. Nela a população vivia uma vida bastante rotineira. Foi nesta cidade que um dia uma grande quantidade de ratos mortos apareceu nas ruas e nas casas, era o início da peste negra.

Muitas mortes ocorreram durante um longo período de tempo, numerosas famílias se separaram, perderam-se grandes amizades. A cidade acabou por “fechar portas ao resto do mundo”, ou seja, deixaram de poder entrar ou sair pessoas, mercadorias, etc., na cidade, e assim entregar-se e isolar-se na sua epidemia.


Então, a vida destes cidadãos mudou radicalmente. A peste tinha vindo fazer uma boa ação, os casais passaram a apaixonar-se e sentirem saudade, as pessoas passaram a dar valor à vida, a cada dia das suas vidas.

Quando a peste causou centenas de mortes, por dia, os saudáveis, essencialmente os médicos, como o narrador da história, o doutor Rieux, aplicavam-se 24 horas por dia, para travar esta doença e salvar vidas.

Mas não só os médicos começaram a dar mais valor à vida, a estes juntaram-se também os jornalistas, como Rambert e Tarrou, que ganharam especial interesse nesta repentina epidemia. Pela mesma epidemia que os tinha impedido de voltarem para as suas vidas e os “trancara” naquela cidade à qual tinham vindo apenas por trabalho. Seria apenas o acaso que os teria levado até ali?

Para saber mais, clic aqui



Daniela Domingues, Nº 7, 11º A2




A nossa biblioteca dispõe desta obra para requisição domiciliária.

Faz a tua própria leitura. Forma a tua própria opinião.

CAMUS, Albert, A peste,trad. Ersílio Cardoso, Lisboa : Livros do Brasil, 1970 (Autores de sempre) 

Reflexão sobre "O Estrangeiro", de Albert Camus


Reflexão sobre
O Estrangeiro, de Albert Camus
                                   (1º esboço)



O livro O Estrangeiro de Albert Camus é uma obra que está dividida em duas partes.

A primeira parte fala-nos um pouco sobre a vida do senhor Meursault, e toda a obra está escrita na primeira pessoa.

A história começa com a morte da mãe, e toda a primeira parte se refere à vida deste homem após a morte da sua mãe. Ele age como se nada de grave tivesse acontecido e prossegue com a sua vida normalmente com os seus amigos. É claro que não se sentiu totalmente indiferente, foi ao funeral da sua mãe, mas aos olhos de muitos foi insensível.

Na segunda parte, Meursault é preso por ter morto um árabe com cinco tiros. Toda esta parte é desenrolada na prisão com interrogatórios, o julgamento e o seu final trágico, a condenação à morte.



Este é um romance que considero um pouco estranho, a obra é bastante descritiva e a personagem é bastante pensativa, atenta aos pormenores. Não fala por falar e é sempre verdadeiro. Dá-nos a entender que o amor tem pouca importância, como vimos quando Maria, uma das personagens, lhe perguntou se a amava, ele respondeu que isso nada queria dizer, e quando lhe falou em casamento, respondeu que isso pouco importava. Estas são respostas estranhas e confusas, mas para ele nada disto era importante. Apenas se importava com o dia de hoje e o de amanhã e passava a maior parte do seu tempo a analisar tudo o que o rodeava, mesmo quando as pessoas falavam com ele. Na prisão matava o tempo com todas as suas recordações e refletia. No julgamento foi condenado à morte, mas, naquele preciso momento, isso pouco o afetou. Só mais tarde é que começou a refletir durante bastante tempo e percebeu que afinal andou toda a sua vida à espera da morte e que todos nós vamos ter este final, independentemente daquilo que fizemos no dia a dia. Todas as suas repostas, por vezes inteligentes, causavam certo desconforto em muitos e não o compreendiam da melhor maneira, mas ele compreendia sempre os outros com o seu raciocínio.

Este não é um livro igual a tantos outros, é um livro que nos leva a refletir sobre a perspetiva de vida de um indivíduo, construída com os acasos da mesma, e com ele, vamos pensando se a nossa forma de encarar a vida não deverá ser diferente.

Henrique da Silva Carmo, nº6, 11º B

O Estrangeiro motivou a composição de uma letra e música pelos The Cure.
 Assiste ao vídeoclip seguindo este link.

Aceda à letra "Killing an arab", The Cure. Clic aqui.



A biblioteca possui esta obra na sua versão original em língua francesa.

Faz a tua própria leitura. Forma a tua própria opinião.

CAMUS, Albert, L' étranger. U. R. R. S. : Gallimard, 1971 (Folio)

Reflexão filosófica motivada pela leitura de "A morte feliz", de Albert Camus

Mersault é um homem simples, com uma boa constituição física, que tem um relacionamento com Marthe, através da qual conhece Zagreus, um senhor proprietário duma grande riqueza, mas que, devido a um acidente, se tinha tornado inválido.

O protagonista vive infeliz: aprisionado numa rotina monótona que não obedece aos seus interesses nem vontade. Está sujeito a um emprego desagradável que, em tempos, foi uma promessa de algum dia poder levar uma vida com alguma qualidade e que se tinha tornado num sacrifício que apenas garantia o indispensável para a vida, pela qual Mersault já perdeu a esperança (conformismo, rotina).

Vive no apartamento herdado da mãe, pobre e infeliz, contrastando com a atividade e (talvez) felicidade das famílias na rua. Partilhava o apartamento com um tanoeiro, surdo e mudo, bruto, cuja mãe morreu e a irmã abandonou devido à sua maldade, deixando-o em sofrimento. Atormentado pela solidão e memórias da mãe, refugia-se, sempre que possível, no café, junto dos seus semelhantes.


Zagreus defende a opinião de que devemos fazer tudo pela felicidade, independentemente do meio usado para a adquirir, justificando assim até as más ações como roubar. Roubar, pois Zagreus acredita que, de certo modo, o dinheiro faz, indiretamente, a felicidade. Mais concretamente defende que ter dinheiro equivale a ter tempo para se ser feliz (ou seja, o tempo “compra-se”). Obviamente, não se aplica a todos os indivíduos porque nem todos têm um sentido de felicidade que compreenda a necessidade de uma certa aprendizagem do tempo, nem têm as condições necessárias para serem felizes, como no caso de Zagreus. Apesar de ter dinheiro e, consequentemente, tempo disponível, não consegue usufruir de tal, devido ao seu problema, e é infeliz. No entanto, este consegue preservar alguma da sua paixão pela vida e vontade de viver, ser feliz e transmitir tal felicidade.

Para saber mais, clic aqui




Miguel Figueira, nº 22, 11º A1

Reflexão filosófica: "As perguntas da vida", de Fernando Savater


As perguntas da vida, de Fernando Savater

Reflexão efetuada a partir do capítulo nº1:

“Para começar a morte”


Qual o sentido da nossa existência? Para Fernando Savater, como demonstra no livro As perguntas da vida, o ser humano só começa a pensar na vida quando se apercebe da sua mortalidade. Essa mortalidade é o que nos faz humanos. “Os verdadeiros viventes são só os mortais porque deixaremos de viver e é exatamente nisso que a vida consiste”. A morte, tal como a vida, é pessoal. Visto que somos únicos, ninguém pode viver ou morrer por nós.

A morte uma vez que tem um carácter pessoal leva-nos a pensar muito sobre ela. Ao pensarmos na nossa mortalidade contribuímos para o desenvolvimento da nossa consciencialização desse acontecimento e, por conseguinte, isso contribui para adotarmos uma vida melhor, ou seja, fazer os possíveis para evitar o falecimento. Os seres humanos são únicos, pois a sua mortalidade é um indício da humanidade, conforme afirma Platão: “filosofar é preparar-se para morrer”. O filosofar é um sinal único dos humanos, pois somos o único animal capaz de pensar racionalmente a sua própria morte.

Outro problema que nos atormenta quando pensamos na morte é “para onde vamos quando falecermos?”

Para saber mais,  clic aqui

Marta Yarynych, nº21, Ricardo Ova, nº23, 11º A1


A nossa biblioteca tem esta obra para requisição domiciliária.

Faz a tua própria leitura. Forma a tua própria opinião.

SAVATER, Fernando,  As perguntas da vida , 2ª ed ,Lisboa : Dom Quixote, 2000 (Biblioteca Dom Quixote ; 20) ISBN: 972-20-1723-3

Reflexão filosófica: "A Metamorfose”, de Franz Kafka


Gregor Samsa, a personagem principal, é um caixeiro-viajante que vive para trabalhar e pagar as dívidas dos seus pais... Um dia ele acorda sentindo-se incapaz de se levantar. Quando a família e o seu chefe lhe ordenam a abertura da porta, Gregor sofre uma metamorfose, transformando-se num inseto nojento e inútil. Mas o que significará esta transformação? Entendo-a como o resultado da necessidade de isolamento ou de fuga e assim o protagonista sentia-se reconfortado em não ter compromissos para com a família, trabalho e sociedade. Transformando-se numa barata, alcança uma vingança surda e imunda. De certo modo essa situação metamórfica impede Gregor de expressar os seus sentimentos, toda a sua raiva e indignação, seja contra a família, que o trata como escravo, seja contra o patrão que o oprime, ou a sociedade em geral, que o sufoca.



Gregor, embora fechado no seu quarto como inseto, continua a pensar e a agir como ser humano. Os pais tiveram que arranjar trabalho e a sua irmã mais nova, Grete de 17 anos, que sonha ser violinista teve que se empregar numa firma, pois Gregor, até aí, era quem sustentava a família, dando-lhes a possibilidade de se alimentarem bem, sem trabalharem. Todos os dias Grete arranjava ao Gregor comida, adaptada ao seu gosto, restos dos almoços e jantares que sobravam. À medida que o tempo passa, Gregor vai sendo mal tratado e esquecido pela sua família, a qual se quer ver livre desse peso pesado. O Senhor Samsa para se livrar daquilo que causa vergonha à família atirou uma maçã a Gregor, o que lhe causou um grave ferimento nas costas. Porém, a mais cruel foi a sua irmã, quando cansada de viver, escondendo o inseto, sugere ao pai livrar-se dele. Quando o inseto asqueroso morre e a empregada o encontra e informa a família, todos fazem as “suas arrumações “ na vida. Fazem um passeio, descobrem que a vida é bela e fantástica, decidem comprar um novo apartamento, mais pequeno, num bairro mais agradável. Já não sentem a perda do Gregor. Constroem planos para o futuro!




Da leitura desta obra concluí que quem sofre uma metamorfose não é o Gregor, mas sim a sociedade, no dia a dia... Gregor, visto como um inseto pela sociedade, é rejeitado por não ser um deles. Mas na verdade o que acontece é que o Gregor foi sempre um inseto quando trabalhava que nem um escravo, todos dias rejeitava os seus sonhos, não os realizava. Apenas pensava que os queria realizar, mas chegou um dia em que se apercebeu da realidade, transformando-se numa barata, foge à vida que não quer ter, nem ser igual a todos. Foi com a sua metamorfose e correspondente sacrifício, que ajudou a família a mudar de vida e a encontrar a felicidade. Ao transformar-se num inseto inútil a família foi à procura de trabalho, a irmã voltou a tocar violino, o que mais gostava de fazer, passaram a ser a verdadeira família unida, de pai, mãe e filha. Afinal, Gregor fez com que a família saísse à rua e visse o que é o “sol da vida!”. O que é a felicidade! Quem sofre a metamorfose no dia a dia é a sociedade. Todos os dias acumula sujidade em si, hipocrisia, angústia e desprezo, dizendo que se vão realizar os sonhos, porém na verdade, não passa disso, de sonhos! Não se faz nada para mudar, vive-se o dia a dia “rastejando”, dominados pelas obrigações, sem qualquer liberdade.

Angela Kurakova, 11ºE, nº7

A nossa biblioteca tem esta obra para requisição domiciliária.


Faz a tua própria leitura. Forma a tua própria opinião.


KAFKA, Franz, A metamorfose , trad. João Crisóstomo Gasco, Porto : Público, 2002  (Mil folhas ; 30) ISBN: 84-8130-561-8